http://sbem.iuri0094.hospedagemdesites.ws/revista/index.php/ripem/issue/feed Revista Internacional de Pesquisa em Educação Matemática 2021-08-07T18:36:24-03:00 International Journal for Research in Mathematics Education ripem@sbembrasil.org.br Open Journal Systems <div id="journalDescription-1" class="journalDescription"> <p>RIPEM - Revista Internacional de Pesquisa em Educação Matemática é um periódico online publicado pela <a title="SBEM - Sociedade Brasileira de Educação Matemática" href="http://www.sbembrasil.org.br/sbembrasil/" target="_blank" rel="noopener">Sociedade Brasileira de Educação Matemática - SBEM</a></p> <p><strong>ISSN 2238-0345</strong></p> <p>Qualis Capes: B2 (Ensino)</p> </div> http://sbem.iuri0094.hospedagemdesites.ws/revista/index.php/ripem/article/view/2844 Educação Matemática em Tempos de Crise 2021-07-31T00:51:54-03:00 Antonio José Lopes bigode@pentaminos.mat.br Carlos Roberto Vianna carlos_r2v@yahoo.com.br Regina Luzia Corio de Buriasco reginaburiasco@gmail.com Jorge Falcão falcao.jorge@gmail.com Ole Skovsmose osk@hum.aau.dk 2021-08-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista Internacional de Pesquisa em Educação Matemática http://sbem.iuri0094.hospedagemdesites.ws/revista/index.php/ripem/article/view/2855 Ad hoc Reviewers 2021-08-07T18:36:24-03:00 Maurício Rosa mauriciomatematica@gmail.com 2021-08-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista Internacional de Pesquisa em Educação Matemática http://sbem.iuri0094.hospedagemdesites.ws/revista/index.php/ripem/article/view/2555 Vestígios Pré-históricos do Futuro da Matemática Escolar 2021-02-02T11:10:56-03:00 Ricardo de Oliveira Mendes ricardomendes@ufpi.edu.br <p>O novo coronavírus se espalhou de forma rápida e devastadora pelo mundo, o que levou a Organização Mundial de Saúde declarar que estamos diante de uma pandemia. A primeira ação para conter sua disseminação foi o confinamento dos seres humanos em suas residências. O vírus provocou mudanças na rotina em todos os lugares por onde chegou. Inúmeros trabalhadores desenvolvem suas funções laborais a partir de suas residências, milhares de alunos realizam suas atividades escolares desde suas casas e as famílias tiveram que desenvolver todos os trabalhos domésticos. As tecnologias digitais que até então não haviam ocupado um lugar de destaque na educação formal, surgiram como a solução para realizar as atividades escolares remotas durante a pandemia. Neste contexto, quais questões são colocadas aos professores agora que a sala de aula foi para dentro dos dispositivos digitais? Qual a real função do professor quando os alunos têm livre acesso à Internet durante as aulas? Como a escola lida com as vidas perdidas pela Covid-19 ao mesmo tempo que aborda os conteúdos escolares? As atividades escolares remotas parecem demonstrar a exaustão do modelo tradicional de educação, baseada nos conteúdos formais, que ainda prevalece nos dias atuais.</p> 2021-08-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista Internacional de Pesquisa em Educação Matemática http://sbem.iuri0094.hospedagemdesites.ws/revista/index.php/ripem/article/view/2565 Impactos da Pandemia de COVID-19 na Rotina Profissional de Professores que Ensinam Matemática 2021-06-30T18:49:11-03:00 Pedro Paulo Mendes da Rocha Marques pedrop.mendesrm@gmail.com Thays Rayana Santos de Carvalho thays.rayana.mat@gmail.com Agnaldo da Conceição Esquincalha aesquincalha@gmail.com <p>Da educação em tempos de pandemia emerge uma agenda de pesquisa para compreender os impactos do distanciamento social e de todo o contexto da Pandemia de COVID-19 nos processos educacionais. Esse texto, em particular, destina-se a investigar a rotina de professores que ensinam matemática na modalidade de ensino remoto emergencial, em particular, aspectos que revelem a precarização do trabalho docente. Para isso, apresenta-se uma breve revisão de literatura sobre ensino remoto e precarização docente. A pesquisa, de abordagem qualitativa, envolveu 300 professores das diversas redes e dos diferentes níveis de ensino de todo o Brasil, participantes de um curso de extensão sobre ensino de matemática em ambientes virtuais, ofertado durante a pandemia. Os dados, gerados no contexto do curso, foram tratados com inspiração na análise temática de conteúdo, e foram categorizados em dez aspectos de precarização do trabalho docente no ensino remoto, e agrupados em três blocos, a saber: condições de trabalho, relação professor-aluno e relação com recursos digitais.</p> 2021-08-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista Internacional de Pesquisa em Educação Matemática http://sbem.iuri0094.hospedagemdesites.ws/revista/index.php/ripem/article/view/2459 A Pandemia sob outra Perspectiva 2021-07-05T22:10:39-03:00 Lauro Chagas e Sá proflaurosa@gmail.com Organdi Mongin Rovetta organdimongin@hotmail.com <p>Diante da necessidade de desenvolver estratégias para a educação não presencial em razão da pandemia do novo coronavírus, consta-se neste artigo, uma experiência de ensino de perspectiva por meio da utilização de fotografias. A tarefa procurou subsidiar o estudo de geometria espacial, utilizando um dos tipos de perspectiva para produzir fotos com temáticas associadas à pandemia. Ela foi realizada na segunda metade de maio de 2020, com 116 alunos de três turmas do segundo ano do ensino médio integrado de uma instituição federal de educação profissional. Neste artigo, o objetivo foi discutir como o conhecimento sobre perspectiva contribuiu na produção das performances matemáticas digitais sobre a pandemia. Para tanto, realizou-se uma discussão teórica acerca do ensino da geometria e das performances matemáticas digitais, seguida da descrição do trabalho realizado, das reflexões emergentes do processo e das considerações gerais sobre a atividade. Ao final, houve a associação as fotografias a temáticas sociocríticas, refletindo sobre como o conhecimento de perspectiva forçada influenciou nas performances fotográficas dos alunos. Sem romantizar o complexo momento histórico vivido, acredita-se ter conduzido uma prática de Educação Matemática que procurou reforçar as medidas de prevenção, valorizar a atuação de trabalhadores de serviços essenciais e chamar a atenção dos alunos e famílias sobre o impacto social decorrente da pandemia. Assim, concluiu-se que o ato fotográfico estabeleceu um fio condutor para os aspectos da visualização geométrica e de sua representação, potencializando o ensino da geometria.</p> 2021-08-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista Internacional de Pesquisa em Educação Matemática http://sbem.iuri0094.hospedagemdesites.ws/revista/index.php/ripem/article/view/2552 Os Encontros Temáticos da Licenciatura em Matemática da UNIRIO como Espaço de (Auto)Formação de Formadores de Professores 2020-12-17T10:33:21-03:00 Gladson Octaviano Antunes gladson.antunes@uniriotec.br Michel Cambrainha de Paula michel.cambrainha@uniriotec.br Bruna Moustapha-Corrêa bruna.correa@uniriotec.br Diego Matos diego.matos@uniriotec.br <p>Diante dos desafios impostos pela pandemia de Covid-19, professores em atuação na educação básica e na universidade modificaram suas rotinas profissionais docentes. A necessidade de manutenção das atividades de forma remota impulsionou a busca por tecnologias digitais para o ensino, situando-as no centro do debate. Neste artigo, relatamos uma experiência realizada com professores que atuam no curso de Licenciatura em Matemática da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), a partir de encontros temáticos, ocorridos virtualmente, cujos objetivos iniciais pretendiam discutir iniciativas que, embora em caráter emergencial, se aproximassem dos princípios da <em>educação online</em>. As reuniões (gravadas em vídeo) extrapolaram seus objetivos iniciais e se configuraram como espaços colaborativos de formação e de desenvolvimento profissional de formadores de professores de matemática. Entendemos que uma importante contribuição do relato dessa experiência está em situar o formador no cerne do debate sobre a formação de professores de matemática, problematizando a escassez de ambientes formativos que possibilitem o compartilhamento de práticas docentes, a exposição de dificuldades vivenciadas pelos formadores em sua atuação profissional e discussões sobre os saberes docentes necessários ao ensino de matemática na educação básica. Além disso, ao relatar os desafios enfrentados e as soluções que emergiram do cenário emergencial que vivenciamos, buscamos ir além das ideias presentes na literatura sobre formação de professores para o contexto da formação do formador.</p> 2021-08-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista Internacional de Pesquisa em Educação Matemática http://sbem.iuri0094.hospedagemdesites.ws/revista/index.php/ripem/article/view/2542 Uma Análise da Compreensão dos Futuros Professores sobre os Conhecimentos Necessários para o Ensino da Matemática 2021-01-18T17:35:47-03:00 Everton Jacinto lacerdajacinto@gmail.com <p>Em contextos de adversidade, existe a necessidade de se formar professores em formação com conhecimentos de conteúdo especializado para que possam realizar o trabalho de ensino de forma eficaz. Este artigo baseia-se num estudo com três professores em formação no Malaui que examina a compreensão que estes professores desenvolvem sobre os conhecimentos necessários para realizar de tarefas de ensino da matemática, em particular, os conhecimentos necessários para sequenciar tarefas instrucionais e usar representações matemáticas em salas de aula. A pesquisa foi realizada num colégio de formação de professores onde o currículo está em desenvolvimento e há uma grande demanda de qualificados professores em matemática. A metodologia de pesquisa baseou-se em entrevistas, observações pedagógicas e discussões em grupo. Os dados foram analisados ​​tematicamente a partir de dois temas que refletem os tipos de conhecimentos que os professores consideram importantes para o ensino da matemática. Enquanto o primeiro tema revela como os professores entendem esses conhecimentos como referências para atender aos padrões curriculares e às necessidades dos alunos, o segundo tema capta uma forma de compreensão que busca ir além dos conhecimentos conceituais. Os resultados ajudam a entender melhor a aprendizagem e experiência dos professores durante programas de formação e como os conceitos teóricos podem ser mais bem compreendidos em contextos desafiadores de formação docente.</p> 2021-08-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista Internacional de Pesquisa em Educação Matemática http://sbem.iuri0094.hospedagemdesites.ws/revista/index.php/ripem/article/view/2744 Validação da Escala de Autoeficácia de Modelagem Matemática de Ensino 2021-05-11T18:06:45-03:00 Micah Stohlmann micah.stohlmann@unlv.edu Yichen Yang yangy23@unlv.nevada.edu <p>A modelagem matemática tem muitos benefícios possíveis para os alunos quando implementada no ensino de matemática do ensino fundamental e médio. Quando os professores têm autoeficácia positiva para modelagem matemática, é mais provável que continuem a implementá-la. A fim de medir a autoeficácia do professor no contexto do ensino de modelagem matemática, é necessário o desenvolvimento de um instrumento específico para modelagem matemática. O objetivo deste estudo foi desenvolver e validar a Escala de Autoeficácia de Modelagem Matemática de Ensino (TMMSS) como uma ferramenta para medir a percepção do preparo do professor para a implementação da modelagem matemática. O TMMSS foi construído por meio de uma revisão completa da literatura sobre modelagem matemática do ensino fundamental e médio e pesquisas anteriores sobre o desenvolvimento de instrumentos de autoeficácia do professor. Os participantes deste estudo eram dos estados unidos da américa. O TMMSS pode ser útil para avaliação do desenvolvimento profissional de modelagem matemática e pesquisa de modelagem matemática baseada na escola.</p> 2021-08-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista Internacional de Pesquisa em Educação Matemática http://sbem.iuri0094.hospedagemdesites.ws/revista/index.php/ripem/article/view/2452 Compreensões de professores de Matemática sobre a presença da Álgebra no Ensino Fundamental II 2021-02-02T11:17:30-03:00 Lais Cristina Pereira da Silva lais.pereira@unesp.br Fabiane Mondini fabiane.mondini@unesp.br Luciane Ferreira Mocrosky mocrosky@utfpr.edu.br Anderson Luis Pereira anderson.pereira@unesp.br <p>O estudo da Álgebra constitui um espaço bastante significativo no currículo escolar brasileiro e tem por objetivo possibilitar que o aluno desenvolva e exercite sua capacidade de abstração e generalização. A pesquisa apresentada neste texto tem o objetivo de estudar como a Álgebra é compreendida por professores de Matemática do Ensino Fundamental II. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, de abordagem fenomenológica, desenvolvida junto a um grupo de professores da rede particular de ensino de São José dos Campos, no estado de São Paulo. A análise dos dados revelou três modos pelos quais estes professores compreendem a Álgebra: sua importância no contexto escolar, as dificuldades dos estudantes que se revelam nas aulas de Álgebra e o pensamento algébrico.</p> 2021-08-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista Internacional de Pesquisa em Educação Matemática http://sbem.iuri0094.hospedagemdesites.ws/revista/index.php/ripem/article/view/2717 Matemática na Wikipédia 2021-06-30T18:19:16-03:00 Gustavo Gonçalves gustgoncalves95@gmail.com Natália Simone Andreazza natalia.andreazza@caxias.ifrs.edu.br César Bublitz cesar.bublitz@caxias.ifrs.edu.br <p>O artigo tem como objetivo relatar os procedimentos e resultados referentes ao desenvolvimento do projeto de pesquisa “Matemática na Wikipédia: avaliando e melhorando a qualidade do conteúdo disponível”, realizado durante o período de maio de 2018 a março de 2020. O projeto foi idealizado com a pretensão de efetivar uma análise da qualidade de diferentes páginas da Wikipédia lusófona sobre tópicos de matemática, a fim de editar algumas delas posteriormente. No total, foram demarcadas e classificadas 491 páginas, dentre as quais 18 foram de fato editadas. Durante a vigência do projeto, também foi possível elaborar e publicar dois artigos que inexistiam na Wikipédia lusófona. O trabalho no projeto proporcionou aprendizados aos envolvidos, mas, apesar das ações já realizadas, considera-se a continuidade do projeto de suma importância, visto que as páginas da plataforma possuem elevado número de acessos e que ainda há muito conteúdo a aperfeiçoar.</p> 2021-08-04T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista Internacional de Pesquisa em Educação Matemática http://sbem.iuri0094.hospedagemdesites.ws/revista/index.php/ripem/article/view/2793 Empréstimos & Financiamentos 2021-07-03T23:32:21-03:00 Bruno Freitas srfreitasmatematica@yahoo.com.br Fernanda Aparecida Ferreira fernandaf@cefetmg.br Valéria Guimaraes Moreira valeriagm@cefetmg.br <p>O presente artigo apresenta uma revisão sistemática acerca do ensino dos Sistemas de Amortização no Ensino Médio. Essa ação é parte integrante de uma pesquisa sobre <em>Empréstimos &amp; Financiamentos </em>na Educação Básica, desenvolvida no Programa de Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional – PROFMAT. O corpus desse mapeamento é composto por 20 pesquisas coletadas no repositório de dissertações do referido programa, publicadas no período de 2013 a 2020. Sob as orientações metodológicas de Ferreira (2002) e Ferreira et al (2013), informações obtidas a partir de leituras interpretativas e panorâmicas dos trabalhos nos permitiram identificar focos e perspectivas no ensino dos Sistema de Amortização Constante - SAC e da Tabela Price, principais sistemas mencionados nesse texto. Ao categorizar as pesquisas quanto aos conteúdos matemáticos abordados, aos recursos utilizados no ensino e aos materiais/produtos desenvolvidos, nossas análises destacaram o uso de planilhas eletrônicas como recurso eficaz às abordagens em sala de aula e a aplicação de atividades e sequências didáticas que orientam a tomada de decisões sobre um financiamento. Tais resultados evidenciam o caráter balizador dessa revisão para produção de novas pesquisas, especialmente, àquelas desenvolvidas no âmbito da Educação Financeira.</p> 2021-08-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista Internacional de Pesquisa em Educação Matemática http://sbem.iuri0094.hospedagemdesites.ws/revista/index.php/ripem/article/view/2833 Redes produtivas de saber/poder 2021-06-30T18:30:21-03:00 Vanessa Neto vanessa.neto@ufms.br Luiza Borges luizaborges84@gmail.com Thays Alves taisoliveira851@gmail.com <p>O presente artigo traz alguns dos resultados de uma investigação cujo desenvolvimento da etapa inicial se deu com oito estudantes do nono ano do Ensino Fundamental e do primeiro ano do Ensino Médio, participantes de um curso preparatório para ingresso no Instituto Federal de Minas Gerais. Tal trabalho é parte do projeto de pesquisa intitulado “Onde aprendemos a viver o gênero? Nas aulas de matemática!”. Neste recorte, o objetivo foi compreender como estudantes da Educação Básica entendem, vivenciam e experienciam as questões de gênero no seu cotidiano (escolar, mas não só), especialmente em suas relações com a matemática enquanto ciência. Os resultados aqui apresentados são fruto de duas reuniões realizadas de forma virtual devido à pandemia da Covid-19. Buscando sustentação nas teorizações pós-coloniais, a questão “o que a matemática tem a ver com as questões de gênero?” abriu as reuniões e conduziu a seleção de materiais que tinham o papel de disparar as discussões, tais como notícias que circulam nas mídias, resultados de pesquisa apresentados em diversos relatórios que tratam da temática e vídeos institucionais que abordam os assuntos pertinentes ao desenvolvimento da investigação. Todo o trabalho de construção e tratamento dos dados foi realizado à luz da análise do discurso foucaultiana. Neste texto, serão apresentados dois enunciados, quais sejam: “a contribuição [invisível] de mulheres para o desenvolvimento da sociedade” e “mulheres não gostam de matemática”. Ambos os enunciados foram tratados a partir de uma compreensão de gênero como discursivamente produzido, num entendimento butleriano do termo e da matemática escolar como política cultural. Tal pesquisa, de cunho qualitativo, revelou que as performances de gênero são ainda marcadamente estereotipadas nas vivências dos estudantes, ao mesmo tempo em que há um processo ascendente de engajamento e questionamento dos espaços aos quais os corpos que performam o feminino podem, ou não, ocupar, espaços em que predomina o conhecimento matemático, por exemplo. Portanto, esses espaços são problematizados pelos estudantes participantes da pesquisa, esgarçando a fronteira entre os saberes.</p> 2021-08-02T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Revista Internacional de Pesquisa em Educação Matemática